Ela gritou de raiva, aos poucos teve um ataque de riso, aquilo era ridículo!
Depois quase chorou, pois viu a importância que tinha, mas segurou suas lágrimas, ele não importava mais, só seria mais um causador de dor.
Alias seu paradoxo que não fazia força para deixa-la bem, pelo contrario, demonstrava pouco se importar, a fazia o bem que ela procurava.
Meu paradoxo.... ela dizia contente, com um sorriso feliz, não conformado, nem esperançoso apenas feliz...
A muito que não se sentia assim, a muito que não tinha um sorriso bobo em seu rosto por respostas simples...
Paradoxo, sim, pois ele dizia tudo tão confuso, ele gostava dela, mas ela não fazia diferença, mandava ela se calar... mas ela não o incomodava.
Isso não trazia aqueles batimentos acelerados de uma paixonite aguda de 3º grau.... era algo mais suave, algo menos nítido, seria amor? Não, não por ele, o paradoxo?
Amor seria um sentimento grande de mais...Por outro lado não era paixão, era algo calmo como amor, forte como paixão, sereno como coleguismo e firme como uma amizade "O que diabos era isso?" Ela se perguntava, mas perguntava ao paradoxo
- Isso que tu disse é sério?
E o paradoxo respondia:
- Por que seria?
Ela pensava do porque não ser, mas respondia:
-Tem razão, por que seria?
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