29 de mai. de 2013

Ironia

É um adeus...Não é?
Dessa vez vamos do inicio.
Meu mundo comum estava um caos, pensei pelo lado bom, segundo a mitologia tudo havia surgido dessa maneira, meu rosto se inundava com lágrimas incontestáveis, em meio a tudo isso figuras amigáveis me surgiram, porém era uma impressão ilusória, provisória...
Quando me dei conta o paradoxo começava a fazer efeito, a não ter defeito e mesmo assim não ser perfeito.
Paradoxo... Esse nome que atribui ao "doce"...
Quanto mais longe, mais memorias, mais lembranças, um sorriso, uma piada, um livro, uma palavra....
Tudo... absolutamente tudo continha um pouco de paradoxo...
E por mais que tentasse, nada enfiava em minha mente... ele se foi.
É um adeus...Não é?
Foi-me explicado com eufemicamente
Eu supliquei hiperbolicamente
Me prendi a comparações
Metáforas implicavam seus sentimentos mais nobres
Mas ainda sim, cacofonias eram ditas entre nossos nomes.
Paradoxo...
"Meu" Paradoxo...
Todo paradoxo tem uma antítese, mas as antíteses por si só, não possuem um paradoxo.
Sou a mais nova antítese.
Queria vê-lo...Mesmo sem te-lo
Custava tentar?
Custava sonhar?
Só me restava agradecer...
Só me restava dizer:
-Essa realidade, esses sonhos destruídos são meus...
Por fim, senhor paradoxo... Adeus





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